quinta-feira, março 01, 2007

Parasitismo Socialista.

















O PT está moldando boa parte do Brasil à sua imagem e semelhança: um País de desocupados profissionais.

Peço emprestado ao (ótimo) blog “Resistência” o título para este meu post.
Não pretendo repetir aqui as cansativas notícias desse abominável desgoverno petista que traveste descaradamente a compra maciça de consciências, em programas de solidariedade e combate à pobreza.
Lula e seus sindicalistas só sabem fazer, obviamente, o que praticaram a vida toda: viver parasitariamente dos outros. Por isso, só governa para satisfazer os desejos de curto prazo daqueles que o apóiam e, além de não ter a mínima idéia de como desenvolver o país, não tem nenhum compromisso com o futuro da nossa sociedade como um todo.
Exemplos concretos desse cotidiano podem ser vistos aqui e ali.
Não é apenas o aspecto econômico que se encontra desvirtuado e contrário a tudo que o bom senso indica.
É muito mais grave: essa maquiavélica postura política de pseudo-ajuda a parte da população, além de discriminatória, estimula a dependência e “induz a uma desintegração moral e espiritual do cidadão e é fundamentalmente destrutiva da fibra da Nação.” (Roosevelt)

Políticos populistas como Lula, não se interessam em gerar condições para que a sociedade crie os seus mecanismos de auto-suficiência e a geração de riqueza. Investem na miséria, na dependência do Estado, recrutando nas camadas mais carentes da população um exército de estômagos agradecidos... (Carlos A. Montaner)
Na lógica dos demagogos e aspirantes a cargos vitalícios, quanto mais populismo, mais pobres, quanto mais pobres, mais “clientes” para sua base de apoio. Espoliando quem produz, com a transferência sem fim, das “doações” aos carentes. Ao invés de educar e criar condições para o trabalho e a auto-suficiência,amplia-se a base da miséria e da dependência...
E vejam a inversão de valores: essa compra obcena de consciências é apresentada como “solidariedade”, “justiça social”. Na verdade é um grande engodo! Essa “compaixão política é falsa, é uma armadilha, é a ante-sala da guilhotina, onde salva-se temporariamente o estômago, mas perde-se a permanentemente a consciência...
Mas como se opor à doação aos pobres? Então a compaixão não é uma atitude louvável? Depende. A compaixão pode ser terrivelmente destrutiva! Um cocainômano com síndrome de abstinência, alivia sua dor e sua ansiedade com uma dose da droga. Mas se dermos essa dose, tudo que conseguiremos é perpetuar o problema.

É óbvio que um dos principais objetivos de qualquer governo responsável é superar a miséria, elevar o nível de vida do povo a um mínimo aceitável. Mas isso só é conseguido através da educação, de instituições consistentes, da geração de ambientes propícios ao investimento, da competição, de gastos públicos eficientes e reduzidos, etc..
A tragédia é que esta mensagem é muito pouco atraente politicamente...Ela fala de responsabilidades e não de direitos...Acentua a liberdade de construir o próprio destino, com riscos que isso implica e não trás a tranqüilidade passiva de quem espera que lhe tragam tudo de mão beijada...
Os cantos de sereia são sempre mais agradáveis de ouvir, mesmo que eles levem ao desastre...

Se quiser ler mais sobre o tema, leia aqui e aqui também.




O artigo é baseado numa publicação de Montaner, editada pelo Freeman.
A bela pintura é de Raul Colon - Jazz Boat

3 comentários:

Nemerson Lavoura disse...

Freeman,
Eu ando comentando pouco mesmo nos blogs dos amigos. Falta de tempo mesmo - mal dá para manter um ritmo razoável de postagens em meu próprio blog. Além disso, tenho a impressão de que todos nós, da "direita", passamos por um período de desânimo e/ou "cansaço" do fim do ano passado para cá. De todo modo, acho que as coisas estão, aos poucos, voltando ao normal em nossos blogs. Afinal de contas, "a luta continua" - não é assim que aqueles bobalhões dizem?
E obrigado pela citação do Resistência em seu ótimo post.
Grande abraço,
Nemerson

Nemerson Lavoura disse...

Ah, e para completar: eu sou atualmente um grande "fã" do Montaner.

Jorge Nobre disse...

Eu também adoro o Montaner, desde que li o "Manual".