
Mensaleiros em quadrilhas oficiais nos secam a crença na boa fé humana, ultrapassando todos os limites da decência. Nossa liberdade e, nossas vidas estão em constante risco. Nossas Instituições estão em frangalhos.
Nos desnudam, diariamente, da soberania como cidadãos!
Ficamos nus, e sem o menor pudor, riem dos nossos pudores.
Precisamos rasgar a Constituição, queimá-la. Afinal ela parece ser apenas uma peça achincalhada, simples registro para os anais da imoralidade brasileira. Começando pelo extremo despudor com que ela é desrespeitada justamente pelos que têm a obrigação primeira em resguardá-la.
Comecemos por eliminar o Art 1º, onde está escrito que nosso Estado Democrático de Direito tem como fundamentos a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e ao pluralismo político.
O Art. 5º é apenas, como tantos outros, pura ficção, pois há muito não podemos ir e vir livremente. Os grandes centros estão dominados pelos marginais, oficiais ou não.
A nossa Constituição é uma falácia, um simples sofisma para os políticos. Se vivêssemos um Estado de Direito, nenhum indivíduo, presidente ou cidadão comum, estaria acima da Lei. Isonomia? Isso é ridículo! A Lei é para os inimigos! Os amigos estão dispensados dela, orientados e defendidos por advogados de porta de cadeia, travestidos de ministros nos mais altos poderes da República. Leis? Existem sim, mas apenas como decoração. Aliás, como quase tudo na esfera oficial. Seguem a Lei apenas aqueles que ainda se imaginam cidadãos, que ainda nutrem a ilusão de viver em uma nação civilizada e que insistem em acreditar que a sua dignidade como pessoa humana é respeitada pelo Estado.
Este, senhores, é o país dos réus! Não é à toa que criminosos internacionais aqui se abrigam! É o país onde transformaram a chicana em sinônimo de direito à defesa...Tornou-se o país onde “direitos humanos” significa apenas e exclusivamente a proteção a marginais e esquerdistas...
Ter a soberania como fundamento do Estado significa que dentro do nosso território não se admitirá força outra que não a dos poderes juridicamente constituídos. Aqui temos o MST, um bando de desocupados, iludidos por uma pequena corja de marxistas quadrilheiros, sustentados com o dinheiro público!
Uma Nação meio soberana ou de soberania relativa, não é uma Nação.
Qual é esse pluralismo político que se refere a Constituição? Vivemos em um país onde os partidos políticos são comercializados por homens rasteiros que se vendem, e por imorais que os compram!
Servidores públicos? Esta é outra piada de mau gosto. Os brasileiros estão há muito tempo escravisados por uma "entourage" arrogante que os mantem em filas intermináveis de serviços públicos cada vêz mais degradantes.
O que somos? Um amontoado de pessoas que se une apenas em copas mundiais de futebol? Se formos isso, então não somos nada!
E o que devemos fazer? Esperar a hora que o limite da nossa resistência nos impulsione a partir desta maravilhosa terra, mas que tem como pai – Estado o pior dos padrastos? Que além de sugar os seus filhos - cidadãos, os tornam indignos, ultrajados, sujos pela ascendência?
Quero respeito. Quero a chance de ver prosperar meu trabalho. E não ver que, com o meu suor, florescem bandos de quadrilhas oficiais em qualquer recanto da Nação. Quero a oportunidade de criar meus filhos e conhecer meus netos. Quero poder sair do meu país sem ter vontade de ficar por lá.
Quero sentir orgulho da minha pátria! Mas orgulho da alma para dentro e não da boca para fora! E não vergonha, por ser ela uma nação sem caráter.
Quero respeito, senhor Presidente!
Não quero mais viver em uma nação meia-boca, que faz do seu povo cidadãos meia-boca, um país que envergonha e puni os de bem, protege e enaltece os canalhas, os criminosos de qualquer espécie...
Permanecer aqui está se tornando muito mais que um ato de coragem, está se tornando falta de amor próprio a ponto de se submeter à degradante condição de refém dos fragmentos desta república sem-lei, sem moral e sem Justiça!
O artigo original é de Adriana Vandoni, publicado pelo blog de Diego Casagrande. Foi editado, signitivamente, por Freeman. Poderia ser uma carta dos brasileiros indignados para os presidentes da República; do Congresso e do STF.
A capa do NYT Magazine: Lula herói? demonstra que até os esquerdistas do New York Times não nos levam a sério.








